CONVIVENDO COM UM DEFICIENTE AUDITIVO

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Nos mais diferentes tipos de relacionamento, cada pessoa é um ponto de contato com o mundo e de transformação por meio da inclusão. Você não precisa ter algum tipo de deficiência para saber lidar com quem tem, informação e empatia são ferramentas que ajudam a conviver e incluir essas pessoas no mundo.

Saber, por exemplo, que o sentido da audição é responsável por 20% das informações sensoriais que chegam ao cérebro, ajuda a entender como a privação desse sentido impacta sobremaneira o entendimento, a visão de mundo e a qualidade de vida dos deficientes auditivos.

Se você é pai, mãe, irmão, prima, tio, colega de trabalho, namorado ou convive com um deficiente auditivo pode se interessar pelos esclarecimentos que trouxemos neste texto. São algumas informações e dicas para melhorar seus relacionamentos.

Primeiramente, é preciso saber que existem diversos grupos dentro desta deficiência. Assim como nem todo deficiente físico sofreu um acidente de carro e agora usa cadeira de rodas, a deficiência auditiva também pode ter sido causada por diferentes situações (causa genética, doença gestacional, traumas, entre outros), em diferentes estágios da vida, e comprometer a audição em diferentes níveis (leve, moderado, severo e profundo).

Esse entendimento nos leva a algumas dicas:

Não faça suposições. Antes de tomar uma atitude ou assumir uma postura, conheça a realidade e a história daquele deficiente. Nem toda pessoa surda também é muda, nem todas as pessoas com deficiência auditiva falam a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), e por aí vai.

Não relacione a deficiência com o intelecto. Deficiência ou perda auditiva não tem relação com a diminuição da capacidade intelectual, ou seja, não discrimine ou subestime um deficiente auditivo apenas por sua dificuldade ou incapacidade de ouvir. Ao contrário, esforce-se para ser um ponto facilitador de contato.

Incentive a autonomia. Ser um ponto facilitador de contato, como falamos acima, também tem a ver com o incentivo à autonomia. Muitos ouvintes têm a tendência de falar pelo filho, namorado ou colega com deficiência auditiva, enquanto o ideal é estimular a pessoa a sair da zona de conforto. Mas lembre-se de ser paciente, para que essa experiência faça com que se sinta mais seguro para fazer interações.

Preste atenção ao seu jeito de se comunicar e adeque-se. Interagir com uma pessoa com deficiência auditiva é uma experiência diferente, que pode ser um pouco difícil para algumas pessoas no início. Para derrubar barreiras, pergunte à pessoa como ela prefere se comunicar e respeite isso: LIBRAS, comunicação escrita, uso de sinais e linguagem corporal ou comunicação verbal com leitura labial. Independentemente do método, lembre-se de manter o contato visual durante toda a conversa.

Aprenda tudo o que puder sobre surdez e coloque-se no lugar do outro. O conhecimento, aliado à empatia, é uma ferramenta transformadora. Estude, pesquise, pergunte e, por fim, entenda o que é viver com uma deficiência.

Por mais desafiador que seja, conviver com deficientes auditivos é uma experiência enriquecedora, que faz buscar novas formas de se fazer entendido e de entender o outro. É dever de todos buscar formas de incluí-los socialmente e dar a eles a oportunidade de viver plenamente, sem barreiras.


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